



Um casal branco americano teve um bebê negro e a mulher diz que engravidou assistindo a um filme pornô 3D. O pai da criança, o soldado Erick Jhonson, estava há um ano servindo numa base militar no Iraque e, quando voltou para casa encontrou um bebê negro. Sua mulher, Jennifer Stweart, de 38 anos, disse a ele que a criança foi concebida enquanto ela assistia a um filme pornô em três dimensões. "Não vejo porque desconfiar dela. Os filmes em 3 D são muito reais. Com a tecnologia de hoje tudo é possível", disse Erick, que registrou a criança. Jennifer afirmou que foi a um cinema pornô com as amigas em Nova York. Ela conta que não costuma assistir a filmes pornôs e que só foi dessa vez para ver como ficavam os efeitos em 3D. A criança, segundo ela, se parece com o ator negro do filme. "Um mês depois de ver o filme eu comecei a sentir enjôos e o resultado está aí. Vou processar o cinema e os produtores. Ainda bem que meu marido acreditou em mim. Meu casamento podia estar em risco. Mas ele sabe que eu sou fiel", disse. Não acredita??? -> http://sensacionalista.virgula.uol.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=156:mulher-engravidou-vendo-filme-porno-3d&catid=40:mundo&Itemid=113 É soldado... só agradeça por ela não ter assistido o filme 300 em 3D.
Pra quem não conhece, o nome do cara que fez o Pac-Man é Remi Gaillard, é francês, tem vários vídeos sem noção como esse. Eu vou postando aqui os outros. Ele merece!! =)



Eu ja tinha visto muita coisa nessa vida. Mas bunda ali não.

O cantor Ricky Martin assumiu publicamente sua homossexualidade. Ricky, de 38 anos, que é porto-riquenho e foi revelado nos anos 80 com o grupo Menudo, saiu do armário no seu blog:
"Tenho orgulho de dizer que sou um felizardo homem homossexual. Sou muito abençoado em ser o que sou", escreveu ele.
"Esses anos em silêncio e reflexão me fizeram mais forte e me lembrara que aceitação vem de dentro e que esse tipo de verdade me dá o poder de conquistar emoções que eu nem sabia que existiam", continuou ele.
"Alguns meses atrás eu decidi escrever minhas memórias, um projeto que eu sabia que me trari mais perto de uma grande virada em minha vida. Do momento em que escrevi minha primeira frase eu tive certeza que o livro era a ferramenta que iria me ajudar a me libertar de coisas que eu carregava comigo por muito tempo. Coisas que eram muito pesadas para mim. Escrevendo esse lado da minha vida, eu fiquei muito perto da verdade. E isso é algo digno de ser celebrado", continou o cantor.

Com a Páscoa chegando, é cada vez mais normal assistir pessoas de descabelando por não achar o ovo favorito do filho, ou, "pequenas" discussões nos supermercados sobre o tema "EU Vi ESSE OVO PRIMEIRO!!!", mas do ponto de vista econômico: Vale a pena?
Um rapaz do site www.clubedopairico.com.br, fez a comparação entre comprar ovos e barras de chocolate da mesma marca e vejam o quanto poderíamos economizar se ficássemos com os bons e velhos tabletes de chocolate.

E aí? Vai Ovo ou Barra?
Só tem um problema - minha namorada pediu o Kinder OVO - FUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU




Com a demanda de soluções para os impasses criados na relação das instituições de ensino e os estudantes da “geração videogame“, um professor americano parece ter dado um grande passo na busca de alternativas para estimular os alunos a irem ao encontro do conhecimento.
Lee Sheldon, professor da Bloomington’s Indiana University, na matéria de design de games, estabeleceu um sistema de avaliação de alunos, no mínimo, curiosa: “emprestou” o sistema de experiência (XP) típico de jogos de RPG e MMORPGs, e assinalou para cada aluno um avatar, que começa suas aulas com nível 1.
Para ganhar pontos de experiência, o estudante deve completar atividades camufladas na forma de “quests“, “crafting” e outros termos que os maníacos por este tipo de jogo estão mais que familiarizados. Na vida real, os alunos estão fazendo apresentações, trabalhos e todo tipo de atividades tradicionais, mas ganham XP por fazerem isso. Os estudantes são agrupados em Guildas (Guilds), que desenvolvem as atividades das quests em conjunto.
Perguntado se o sistema funciona, o professor diz achar que sim, dado que o feedback recebido depois da adoção desse esquema é bem mais animador que o do método “normal”. Sheldon disse que, de uma classe de 40 alunos, apenas 2 não se envolveram com tal sistemática, alegando que o problema desses dois dissidentes vai muito além de sua aula, ou seja, vão mal em tudo.
As declarações de Lee são impulsionadas por um artigo da revista ITNews que trata da entrada da “geração videogame” no mercado de trabalho. A matéria sugere que empregadores têm utilizado técnicas de desenvolvimento de jogos para motivar seus empregados, tais como definição clara de objetivo e recompensas crescentes, que aumentam o nível de comprometimento do funcionário.
E, pelo jeito, está funcionando.
Via Tom’s Guide
(peguei do jovemnerd.ig.com.br)
|
|||
|
|
|||
|
|||